Nothing

domingo, 14 de março de 2010

      Mais uma mensagem naquela noite vazia. Cheia de nada. Só mais uma mensagem. Quem será desta vez? Oh, claro eras tu amiga. :) Então que me trazerias de novo desta vez? Nada de agradável vinha naquela mensagem, nada mesmo. Tentei perceber tudo, mas insistias em me dizer depois, noutra hora, noutro dia. Mas eu queria saber naquele momento. Já me conheces. Sou mesmo assim. Não quiseste contar, e fingi que iria aguentar até me quereres contar. Mas sabes! lá no fundo sabia que não ia aguentar tanto tempo. Tive que voltar a insistir contigo. Desculpa mas precisava de saber TUDO! Consegui convencer-te, e aos poucos foste-me desvendando mais um mistério que até então desconhecia. Aos poucos fui-me também apercebendo que algo de difícil vinha aí.
     Afinal acho que não foi difícil. Foi estranho, foi incomodativo. Fiquei com raiva do que me tinhas contado. Mas já deveria saber que mais cedo ou mais tarde era isso que viria por aí, e acabaria por chegar aos meus ouvidos.
     De qualquer forma, obrigado por me teres contado. Sem ti, nunca o teria sabido. Obrigada. Mesmo. --'

6 comentários:

incógnita disse...

Os amigos estão sempre cá nessas alturas..

André Santos disse...

Na nossa escola também é raro ter furos, muito raro mesmo.
Em parte, também sou assim, como tu. Também quero logo saber tudo, apesar de gostar de tentar adivinhar, gosto que me abram logo o jogo e me ditem tais palavras que quero ouvir.
A curiosidade e a persistência, por vezes, são tramadas :b

André Santos disse...

oh :)

яåfæŀмαrtinš™ disse...

Não nao consigo. Quem me dera :S

Armanda Cunha disse...

não merecem, não. mas a verdade é que sofremos por elas... infelizmente.

adorei o teu texto :)

Borblady disse...

por acaso nunca li esse, mas sim adoro Paulo Coelho *_*