Nothing

segunda-feira, 22 de março de 2010

"E vou procurar manter sempre o pouco que tenho, pois sei que sou pequena demais para abraçar o mundo"

19 comentários:

Alguém... disse...

Para o mundo não somos nada, mas para aqueles que gostam de nós, somos o mundo :) *

André Santos disse...

Os motivos não são muitos, e se são, são sempre os mesmos, fartando-me assim de escrever sobre eles.. Talvez deva para durante um tempinho, para "voltar a encher o depósito", para mais tarde despejar tudo outra vez.
Obrigado pelo teu comentário :)

Laydxinha disse...

de certeza que es maior que o mundo pa muita gente :)

beijinho linda

Mariana: Barbie is a bitch darling disse...

eu costumo dizer q somos pequenos mas grandes por dentro

bj

André Santos disse...

Obrigado :b

Laydxinha disse...

ohh , de nada e obrigada qerida *.*

Joana Carvalho disse...

obrigadaa *.* e boas feriiias! hehe

Inês disse...

Gostei imenso :o

uma pessoa disse...

é o que deves fazer, se tentares abraçar o Mundo, e de uma vez só, ele pode ser ingrato...
Temos de dar valor as pequenas coisas que temos e as pequenas coisas que nos fazem para sermos feliz...

Pois, eu disse...

Quem és?

Catarina Costa disse...

És pequena de mais para abraçar o mundo, mas
és grande o suficiente para triunfares no mundo que não abraças, podemos sempre fazer a diferença :$

uma pessoa L*** disse...

Um ser imperfeito, que não tem nada :( Que não soube dar valor ao que tinha. Não me conheces, chamo-me Luis.

Pois, eu disse...

Sabes Luis, nunca podes não ter nada, ha sempre alguem, alguma coisa...

L*** disse...

Mais ou menos.

Suu disse...

obrigada :)
vou lutar, e se for o caso, luta tambem *.*

Pois, eu disse...

Acredita em ti acima de tudo.

Suu disse...

http://www.youtube.com/watch?v=iXH9G7lkp7Y

este senhor :D

Suu disse...

pois tá, eu adoro :')

- Rita f. disse...

Se achas que não és ninguém no mundo, pelo menos és o mundo de alguém :')

Oh, devemos dar valor às coisas que temos, pois são essas que nos dão a verdadeira felicidade. Não podemos partir numa busca incessante, numa procura de aquilo que não temos, sem dar o devido valor àquilo que nos está próximo e que tem uma real importância (:

Rita f.